sexta-feira, 29 de outubro de 2010

NÃO DEU PORQUE FALTARAM VOLANTES NO GRUPO E HÉBER ROBERTO LOPES NÃO DEIXOU

O Grêmio foi ao Engenhão e perdeu para o Fluminense por 2 a 0. Explicar esse resultado, só para quem assistiu o jogo. Conca em dois lances desequilibrou a partida e o árbitro Héber Roberto Lopes "desequilibrou" em outro. Vamos por partes. No início do jogo, o Flu era melhor. Não traduzia em chances de gol, mas como o Grêmio tinha um meio-campo vulnerável, com Souza de volante, o time carioca era mais perigoso. Antes de qualquer crítica a Renato tem que se dar o desconto, de que ele não tinha opções, pois quem tem Ferdinando como substituto, sempre fica com um pé atrás. O meia argentino começou a entrar em ação aos 19 minutos, quando recebeu uma bola na intermediária e livre de marcação acertou um chute de rara felicidade no ângulo de Victor. O Grêmio reagiu, teve chances com André Lima, mas o centro-avante desperdiçou. O pior de tudo para o tricolor, é que poucos se deram conta de que o time de Muricy jogava com seu terceiro goleiro, Ricardo Berna e nenhuma bola foi chutado no gol, exatamente. Se isso tivesse acontecido, o resultado poderia ter sido outro. Na segunda etapa, o episódio que definiu o jogo. Jonas recebeu passe dentro da área e foi simplesmente "atropelado" por Leandro Eusébio. Héber Roberto Lopes, nada marcou. Esse lance pode muito bem ser utilizado em cursos de arbitragem, quando o professor quiser mostrar o que é um penalti. Só o paranaense não viu. E "por acaso" era ele também no apito, no jogo do "dilúvio" do Brasileirão deste ano, ainda com Silas, quando Borges no fim da partida, chuta para o gol quase vazio, e o zagueiro vascaíno Tite faz "bela defesa", de mão trocada e nada é marcado. Mas voltando ao jogo: o Grêmio ficou desestruturado após o "absurdo" feito pelo árbitro e Conca ainda teve tempo de fazer o 2 a 0 e dar números finais à partida.

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